Vinício C. Martinez (43)

Dedicatória por e-mail: Ou como aprender com gestos simples

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Ninguém passa dez horas sem nada aprender
Paracelso

A geração virtual de direitos humanos o permanente direito à educação permanente

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RESUMO: O objetivo geral do artigo é tratar o direito à educação no contexto que se abre ou se vislumbra neste início de século XXI (muito novo, acreditamos, para tecer maiores conclusões). Porém, de todo modo, está razoavelmente claro que, daqui por diante, a discussão sobre a geração de direitos (a educação estaria na Segunda, como integrante dos direitos sociais) perdeu o sentido de ser. Não há mais limites — para o século que se abre (com suas potencialidades e estranhamentos) “o céu é o limite”. O que justifica o título por si mesmo: A ENÉSIMA GERAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS. Portanto, deste objetivo geral decorre o próprio subtítulo do texto: A Educação como complexidade na modernidade tardia ou mundo real/virtual

SOCIOLOGIA DA SALA DE AULA VIRTUAL?

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Vinício C. Martinez
Fátima Ferreira P. dos Santos

O texto é baseado em um breve
relatório-síntese de atividades extra-classe, desenvolvidas junto ao 1º ano do
Curso de Pedagogia, na UNESP/Marília, na disciplina de Sociologia da Educação I.
O tema gerador proposto foi: A Sociologia da Sala de Aula.

O DIREITO A EDUCAÇÃO MANTIDO À DISTÂNCIA

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Não suporto mais
discutir suportes
Lema ético pela crítica ao tecnicismo

Educação e mídias modernas

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Vinício C. Martinez[1]

A invenção da imprensa é o maior acontecimento da história. É a revolução mãe... é o pensamento humano que larga uma forma e veste outra... é a completa e definitiva mudança de pele dessa serpente diabólica, que, desde Adão, representa a inteligência[2]
Victor Hugo, Nossa Senhora de Paris, 1831
Nenhuma época soube menos que a nossa que coisa é o homem
Heidegger

OBJETIVO: O objetivo do artigo é analisar (ou pelo menos indicar) as bases de uma ampla rede técnica, científica e intelectual de apoio à modernidade: racionalismo-mecanismo, positivismo-industrialismo. A modernidade construiu as bases técnicas e científicas de sua razão e as transportou por meio dos meios de comunicação os média. O contexto sócio-político em que isto ocorreu pode ser tratado como Estado-Ciência, quando se vê uma forma política que precisa da ciência para o seu próprio desenvolvimento, mas, para isso, sabe que é preciso ter “liberdade para conhecer” e, para conhecer, é preciso difundir.

Educação após Auschwitz: um combate à “consciência maquínica”

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Vinício C. Martinez[1]
Nenhuma época soube menos que a nossa que coisa é o homem
Heidegger
RESUMO: A consciência maquínica (Guattari, 1991) é um tipo especial de pensamento positivista, é um “pensamento positivo acerca da técnica”. Sem nenhuma consideração do “mal”, a consciência maquínica é um pensamento deslumbrado, formado à base da reificação: em que pessoas e máquinas são iguais, são igualmente “coisas”. Neste processo de contínuo “desencantamento do mundo”, de racionalização progressiva e “civilizatória”, como bem salientou Adorno (1995), há momentos estupendos, como também vemos dos mais estúpidos.

Cibercultura: a comunicação, as mídias e a educação

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Por Marcos Luiz Mucheroni Introdução Existem diferentes maneiras de indivíduos se comunicarem, entre pessoas, com um grupo particular ou com o mundo, e pode permitir por meio desta um aprendizado: mediante algum tipo de instrutor, algumas atividades, um manual, um livro ou simplesmente pela interação com alguma mídia, algo comum nos dias atuais.

Trabalho, cultura e arte no ciberespaço

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Por Marcos Luiz Mucheroni Introdução A idéia de que o pensamento está imerso numa noosfera, a esfera em que o espírito se nutre e trabalha suas significações e a criação de um ciberespaço, ambiente em que isto pode ser feito de forma desterritorializada, dinâmica e imaterial, desenvolveu-se em três discursos sobre uma ciberarte:

MUNDO REAL/VIRTUAL: bases para uma conceituação social e política

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Porque a igualdade dos cidadãos implica a igualdade dos indivíduos em relação ao saber e à formação.Essa educação não pode mais simplesmente consistir numa informação ou instrução que permita ao indivíduo, ter conhecimento de seus direitos e deveres, para a eles conformar-se com escrúpulo e inteligência. Deve fornecer-lhe, além dessa informação, uma educação que corresponda à sua posição de governante potencial (Canivez, 1991, p. 31).

Serviço, bem-comum, trabalho imaterial e a cibercultura

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Por Marcos L Mucheroni1 Duas abordagens, no campo da sociologia progressista, podem ser encontradas na Literatura em relação ao trabalho desenvolvido para manutenção, desenvolvimento e criação da Cibercultura (é ponto de vista do autor que este trabalho apenas se iniciou): que é um trabalho igual aos demais: produtor de mais-valia, e a outra que o chama de trabalho imaterial, igualando-o aos demais produtos da indústria cultural.

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