Vinício C. Martinez

O DIREITO A EDUCAÇÃO MANTIDO À DISTÂNCIA

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discutir suportes
Lema ético pela crítica ao tecnicismo

Educação e mídias modernas

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Vinício C. Martinez[1]

A invenção da imprensa é o maior acontecimento da história. É a revolução mãe... é o pensamento humano que larga uma forma e veste outra... é a completa e definitiva mudança de pele dessa serpente diabólica, que, desde Adão, representa a inteligência[2]
Victor Hugo, Nossa Senhora de Paris, 1831
Nenhuma época soube menos que a nossa que coisa é o homem
Heidegger

OBJETIVO: O objetivo do artigo é analisar (ou pelo menos indicar) as bases de uma ampla rede técnica, científica e intelectual de apoio à modernidade: racionalismo-mecanismo, positivismo-industrialismo. A modernidade construiu as bases técnicas e científicas de sua razão e as transportou por meio dos meios de comunicação os média. O contexto sócio-político em que isto ocorreu pode ser tratado como Estado-Ciência, quando se vê uma forma política que precisa da ciência para o seu próprio desenvolvimento, mas, para isso, sabe que é preciso ter “liberdade para conhecer” e, para conhecer, é preciso difundir.

Educação após Auschwitz: um combate à “consciência maquínica”

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Vinício C. Martinez[1]

Nenhuma época soube menos que a nossa que coisa é o homem

Heidegger


RESUMO: A consciência maquínica (Guattari, 1991) é um tipo especial de pensamento positivista, é um “pensamento positivo acerca da técnica”. Sem nenhuma consideração do “mal”, a consciência maquínica é um pensamento deslumbrado, formado à base da reificação: em que pessoas e máquinas são iguais, são igualmente “coisas”. Neste processo de contínuo “desencantamento do mundo”, de racionalização progressiva e “civilizatória”, como bem salientou Adorno (1995), há momentos estupendos, como também vemos dos mais estúpidos.

Cibercultura: a comunicação, as mídias e a educação

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Por Marcos Luiz Mucheroni

Introdução

Existem diferentes maneiras de indivíduos se comunicarem, entre pessoas, com um grupo particular ou com o mundo, e pode permitir por meio desta um aprendizado: mediante algum tipo de instrutor, algumas atividades, um manual, um livro ou simplesmente pela interação com alguma mídia, algo comum nos dias atuais.

Trabalho, cultura e arte no ciberespaço

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Por Marcos Luiz Mucheroni

Introdução

A idéia de que o pensamento está imerso numa noosfera, a esfera em que o espírito se nutre e trabalha suas significações e a criação de um ciberespaço, ambiente em que isto pode ser feito de forma desterritorializada, dinâmica e imaterial, desenvolveu-se em três discursos sobre uma ciberarte:

MUNDO REAL/VIRTUAL: bases para uma conceituação social e política

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Porque a igualdade dos cidadãos implica a igualdade dos indivíduos em relação ao saber e à formação.
Essa educação não pode mais simplesmente consistir numa informação ou instrução que permita ao indivíduo, ter conhecimento de seus direitos e deveres, para a eles conformar-se com escrúpulo e inteligência. Deve fornecer-lhe, além dessa informação, uma educação que corresponda à sua posição de governante potencial (Canivez, 1991, p. 31).

Serviço, bem-comum, trabalho imaterial e a cibercultura

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Por Marcos L Mucheroni1


Duas abordagens, no campo da sociologia progressista, podem ser encontradas na Literatura em relação ao trabalho desenvolvido para manutenção, desenvolvimento e criação da Cibercultura (é ponto de vista do autor que este trabalho apenas se iniciou): que é um trabalho igual aos demais: produtor de mais-valia, e a outra que o chama de trabalho imaterial, igualando-o aos demais produtos da indústria cultural.

O Terrorismo de Estado no “mundo real/virtual”

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Desde a proclamação do USA Patriot act, o mundo real/virtual passou a ter outra visão/versão da liberdade. Afinal, como pode ser a liberdade tão vigiada/controlada desse modo? Liberdade controlada?

Potencial de Dano

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A NET INAUGUROU UMA FASE DE NEGAÇÃO DO VALOR DE TROCA OU DE AMPLIAÇÃO DO POTENCIAL DE DANO?

Afinal, o hacker é um Hobin Wood que desafia o valor de troca ou é apenas um consumidor defenestrado que luta como aloprado para se (re)inserir?

Estado de Sítio Virtual

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O modelo totalitário ou controlativo é inerente à apropriação tecnológica por parte do Estado que nega a liberdade, até mesmo formalmente. Por isso, vamos denominá-lo Estado de Sítio virtual — para os adeptos dessa leitura míope da própria história, a tecnologia serve apenas à dominação, sendo-lhe contraditória a utopia.

Há liberdades públicas na rede?

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O que podemos entender por liberdades públicas e como adequar esta idéia de uma liberdade não-controlada pelo Estado (“liberdade negativa”) à rede?
A liberação (ou não-controle estatal) da rede mundial de comunicação, em si, é positiva – quanto a este pressuposto, talvez, só um ou outro governo de índole totalitária ainda oponha resistência.

Crimes contra a Internet, contra a liberdade

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Além do controle “natural” do capital sobre as tecnologias que podem/devem ser desenvolvidas, no sentido das mais rentosas e que foram eficientes ao desenvolvimento do próprio capital, e do valor de troca que lhe é básico e que acompanha toda a tecnologia aplicada, o texto pretende ressaltar o uso político da tecnologia.

O Partido Pirata Sueco

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Nosso intuito é debater um pouco as propostas (para lá de arrojadas) do intitulado Partido Pirata, na Suécia . O pano de fundo está em saber se suas proposições de liberalização radical serão parte central um projeto liberal ou anarquista. O que os suecos também se perguntam é se o Partido Pirata será capaz de pensar o coletivo (para além do individual, não como mera extensão do indivíduo-consumidor) ou se, ao revés, a luta contra o totalitarismo acabaria por cegar e esconder as apologias de um individualismo exacerbado.

2001: A odisséia humana da técnica e da política.

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O filme 2001 — uma odisséia no espaço, realmente, é uma odisséia e pretendemos analisar esse percurso histórico-humano/técnico proposto por Stanley Kubrick em um único curso de análise: como se fora uma breve ontologia da técnica, diante do percurso inicial da humanização.

Ecología Tecnológica

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El artículo presentará sólo una idea inicial, provocativa de lo que llamaremos de Ecología Tecnológica, una perspectiva ecológica, social y humana que no abdica del uso de la técnica, pero que también promueve una crítica al abuso de la tecnología.

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